Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar.se em grupos e assim agasalhavam.se e protegiam.se mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornaram a afastar.se uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha: desapareciam da face da terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima poderia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
09 junho 2011
15 abril 2011
25 fevereiro 2011
19 fevereiro 2011
09 fevereiro 2011
ninguém é de ninguém.
Conta-me histórias de tempos
A que eu gostaria de voltar
Tenho saudades de momentos
Que nunca mais vou encontrar
A vida talvez sejam só 3 dias
Eu quero andar sempre devagar
Até a ti chegar
Ninguém é de ninguém
Mesmo quando se ama alguém
Ninguém é de ninguém
Quando a vida nos contém
Ninguém é de ninguém
Quando dormes a meu lado
Ninguém é de ninguém
Quando fico acordado vendo-te dormir
Um raio de sol através de um vidro
Faz-me por vezes hesitar
Na vontade de estar contigo
Melodia paira no ar
Paira no ar
Ninguém é de ninguém
Mesmo quando se ama alguém
Ninguém é de ninguém
Quando a vida nos contém
Ninguém é de ninguém
Quando dormes a meu lado
Ninguém é de ninguém
Quando fico acordado vendo-te dormir
vendo-te dormir
A que eu gostaria de voltar
Tenho saudades de momentos
Que nunca mais vou encontrar
A vida talvez sejam só 3 dias
Eu quero andar sempre devagar
Até a ti chegar
Ninguém é de ninguém
Mesmo quando se ama alguém
Ninguém é de ninguém
Quando a vida nos contém
Ninguém é de ninguém
Quando dormes a meu lado
Ninguém é de ninguém
Quando fico acordado vendo-te dormir
Um raio de sol através de um vidro
Faz-me por vezes hesitar
Na vontade de estar contigo
Melodia paira no ar
Paira no ar
Ninguém é de ninguém
Mesmo quando se ama alguém
Ninguém é de ninguém
Quando a vida nos contém
Ninguém é de ninguém
Quando dormes a meu lado
Ninguém é de ninguém
Quando fico acordado vendo-te dormir
vendo-te dormir
12 setembro 2010
ÓO
Os sonhos dos amantes são como um bom vinho
Eles trazem alegria e também desgosto
Enfraquecido pela fome, estou infeliz
Roubando, em meu caminho, tudo que posso
Porque nada na vida é de graça
A esperança é um prato muito rápido de se consumir
Estou acostumado a pular refeições
Para nós, sou amargo, quero ter sucesso
Porque nada na vida é de graça
Nunca irão me dizer que o caminho para as estrelas,
que isso não é para mim
Deixe-me encantar você, e pegar meu vôo
Vamos finalmente nos deliciar
A festa vai finalmente começar
Levem as garrafas, acabam-se os aborrecimentos
Ponho a mesa, amanhã é uma nova vida
Estou feliz com a idéia deste novo destino
Uma vida às escondidas, e sou finalmente livre
O banquete está no meu caminho
Uma vida às escondidas, e sou finalmente livre
O banquete está no meu caminho.
15 agosto 2010
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